sábado, 2 de janeiro de 2016

"Locais que fazem história"


Dos locais que fazem história que por mais que vinte anos passem os momentos não se esquecem . Estávamos pelo menos à vinte anos atrás e como dia de festa que acabará por ser, mesmo que seja vivido de outra forma e após um almoço, daqueles que se come à bruta, e onde a idade permite que se façam desarranjos uma aposta veio ao cimo da mesa. Mergulhar nas águas frias, com toda a roupa que saí à rua. E por mais que o tempo passe, o mergulho estará sempre presente, bem como o frio da água. E parece que os cerca de vinte anos não passaram, o local mantém-se, os reflexos da água inalterados, e , e a vida dos intervenientes, essa toda ela diferente! Estamos nós no Ribatejo, em barragem de  Castelo de Bode! 


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

"Viver o Natal como as crianças "

É Dezembro. O Natal aproxima-se. As crianças esbanjam sorrisos. Vemos a sua alegria nos rostos. Todos os objectos natalícios servem de brincadeira! Todos nós já fomos crianças. Já escrevemos cartas ao Pai Natal. Já esperamos ansiosos pela abertura dos presentes! Vivemos felizes . É o que todas as crianças deveriam viver, felizes. Infelizmente não é bem assim. Mas podemos sempre ajudar. Um contributo nosso faz toda a diferença. 
Neste Natal já tive o prazer de fotografar, esta família Feliz!




domingo, 29 de novembro de 2015

" O Coliseu parou, a voz arrepiante de Benjamin Clementine"


Cheguei uma hora antes do concerto. Queria ter a certeza que o via. Tive hipótese de escolha de lugares. Escolhemos os camarotes . Foi o 41. Ainda fiquei na dúvida de ir para a frente. Queria fotografa-lo. Sim, mas também o queria ver e ouvir. E passar um concerto a conciliar duas vontades, não dava. Optei pela melhor opção. Senti o concerto. Entrou descalço. Gosta de sentir o piano. De uma entrada quase inexplicável, depressa a sua voz se fez ouvir e todos em delírio quase de uma forma arrepiante ficaram mudos. Parou tudo. O coliseu parou, lisboa parou. Eu parei. Uauuuuuu... brutalíssimo. Valeu. Valeu vezes sem conta. No fim, saiu como entrou, descalço. E eu pensei, só mais uma hora de concerto please. 







terça-feira, 10 de novembro de 2015

"Cavalos é no Ribatejo"

    É por altura de S. Martinho, no Ribatejo, que se vê o amontoado de cavalos. Vêm eles de toda a parte.  Desfilam. Tem personalidade própria. Paramos para ver a sua imponência. Seus donos tem vaidade nos seus parceiros de caminhada. É por estas bandas, na Golegã, que muitas noites foram passadas entre abafados e castanhas. E o caminho para casa, esse certamente não foi feito a cavalo...




domingo, 8 de novembro de 2015

" Só tu e a tua guitarra é que sabem "

De uma descida rápida por uma escadas, encontro-me contigo. Paro. Olho-te. Não me olhas. Quase me ignoras, mas eu sei que não, chego-me e num sorriso quase tremido olhas-me e eu escuto o som da tua guitarra. Mais um olhar pelo canto do olho pergunto se te posso retratar. Acenas com a cabeça que sim. Eu rápida registo. Mas os teus olhos logo me fugiram. Não sei o que sentes, mas imagino pelo teu tímido olhar. Fazemos juízos de sentimentos e de vidas que por nós se cruzam. De facto quando vamos na rua por vezes damos por nós a imaginar a vida de outros. Dei-te um sorriso e desci as escadas com o som da tua música. 


terça-feira, 3 de novembro de 2015

" Quem tem sonhos tem caminhos "



" Sonhar é o primeiro passo para o sucesso ". Alguém escreveu, na parede em ruínas de uma velha casa que em tempos estava ocupada. Quem por lá passa não fica indiferente nem às ruínas que demonstram o descuido ou mesmo a incapacidade de erguer o que em outros tempos foi um "porto de abrigo". Sim sonhar faz falta, sim sonhar dá-nos alma, sim sonhar abre-nos caminhos , mas temos de os trilhar, avançar e não deixar que as ruínas se apoderem pois a capacidade de se levantar essa pode custar mais do que um simples passo.



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

" Da Liberdade no Horizonte "

Porque os dias de hoje nos fazem prisioneiros , prisioneiros do mundo, não nos permite voar o que desejamos. Sento-me no meu silêncio , vejo-te voar, registo-te no segundo que me é possível,  penso e penso. Penso que voas sem preocupação. Fazes uma dança no ar em que o som quase silencioso te dá notas  musicais articuladas  para a dança da despreocupação.  Quero voar como tu, ao som da tua música. Voar sem saber para onde, da liberdade no horizonte!