Ás vezes é preciso fazer reset. Parar para pensar. Parar para poder retomar. Fechar capítulos e iniciar uma nova história. Praticar o desapego. Trilhar novos caminhos e novos desafios. Ás vezes é preciso correr atrás do impensável alcance. A resposta poderá estar mesmo à tua frente!
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
" A rua é o seu tecto "
Não se fica indiferente para quem passa. Sente-se uma dor no peito. Quase queremos passar e fingir que não vimos, que não ouvimos os pedidos de ajuda. Por vezes contribuímos outras passamos e olhamos para o lado e continuamos a conversar com quem vamos. A verdade é esta. Não fazemos a menor ideia do que sentem estas pessoas. Em dias de frio, em dias de chuva, para onde vão.?? Mesmo que saibamos que alguns dos sem abrigo digam que querem permanecer na rua, não posso deixar de pensar que por vezes eles não prefiram ter um tecto. É quase atroz o meu registo. Mas registei na mesma, registei e criei a minha história. Mesmo que a minha vontade seja que eles ali não estivessem, a verdade é que estão. Estão e fazem parte de uma realidade e de uma história.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
" Pelos campos sem salto alto "
É ainda a vida de algumas pessoas. A vida de campo. A vida que tem tudo de tranquilidade assim como de árdua. Passeiam juntos. Ganham cumplicidade. Compreendem-se. Aceitam-se as diferenças.
Acompanhei este grupo durante algum tempo. Ia na estrada e parei. Saí do carro e observei. É engraçado como o cão as comanda. Elas obedecem. Ele protege-as. Corre de um lado ao outro . É incansável. Vidas diferentes, que existem e que só para os lados dos campos, é que as conseguimos observar .....
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
" Nudez de Inverno "
Despida de preconceitos, sem vergonha mostras a tua nudez de inverno. Deixas solto o que te pertence. Ramos que jamais voltam. Mantens a tua postura para todos aqueles que por ti passam todos os dias.
sábado, 2 de janeiro de 2016
"Locais que fazem história"
Dos locais que fazem história que por mais que vinte anos passem os momentos não se esquecem . Estávamos pelo menos à vinte anos atrás e como dia de festa que acabará por ser, mesmo que seja vivido de outra forma e após um almoço, daqueles que se come à bruta, e onde a idade permite que se façam desarranjos uma aposta veio ao cimo da mesa. Mergulhar nas águas frias, com toda a roupa que saí à rua. E por mais que o tempo passe, o mergulho estará sempre presente, bem como o frio da água. E parece que os cerca de vinte anos não passaram, o local mantém-se, os reflexos da água inalterados, e , e a vida dos intervenientes, essa toda ela diferente! Estamos nós no Ribatejo, em barragem de Castelo de Bode!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
"Viver o Natal como as crianças "
É Dezembro. O Natal aproxima-se. As crianças esbanjam sorrisos. Vemos a sua alegria nos rostos. Todos os objectos natalícios servem de brincadeira! Todos nós já fomos crianças. Já escrevemos cartas ao Pai Natal. Já esperamos ansiosos pela abertura dos presentes! Vivemos felizes . É o que todas as crianças deveriam viver, felizes. Infelizmente não é bem assim. Mas podemos sempre ajudar. Um contributo nosso faz toda a diferença.
Neste Natal já tive o prazer de fotografar, esta família Feliz!
domingo, 29 de novembro de 2015
" O Coliseu parou, a voz arrepiante de Benjamin Clementine"
Cheguei uma hora antes do concerto. Queria ter a certeza que o via. Tive hipótese de escolha de lugares. Escolhemos os camarotes . Foi o 41. Ainda fiquei na dúvida de ir para a frente. Queria fotografa-lo. Sim, mas também o queria ver e ouvir. E passar um concerto a conciliar duas vontades, não dava. Optei pela melhor opção. Senti o concerto. Entrou descalço. Gosta de sentir o piano. De uma entrada quase inexplicável, depressa a sua voz se fez ouvir e todos em delírio quase de uma forma arrepiante ficaram mudos. Parou tudo. O coliseu parou, lisboa parou. Eu parei. Uauuuuuu... brutalíssimo. Valeu. Valeu vezes sem conta. No fim, saiu como entrou, descalço. E eu pensei, só mais uma hora de concerto please.
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